Membros da igreja atacada em Charleston se abraçam após tiroteio. (Foto: David Goldman / AP Photo)

Membros da igreja atacada em Charleston se abraçam após tiroteio. (Foto: David Goldman / AP Photo)

O atirador Dylann Roof, 22, recebeu sua sentença de morte na última terça-feira (10), condenado pelo assassinado de nove negros na Igreja Africana Metodista Episcopal (AME, sigla em inglês) Emmanuel, na cidade de Charleston, Carolina do Sul (EUA) em 2015. Na época da tragédia, a Igreja Metodista do Brasil e o Jornal Expositor Cristão publicaram a notícia em suas mídias digitais. “A Igreja Metodista lamenta com pesar e se solidariza com os irmãos e irmãs da Igreja Metodista Emanuel, em Charleston e segue em oração pelos familiares das vítimas”, afirmou o site da área nacional da IM brasileira.

Roof foi a um encontro de estudos bíblicos na Igreja Metodista Episcopal Africana Mãe Emanuel. Quando estava com os membros da instituição, abriu fogo e matou nove pessoas. Leia a notícia completa.

Segunda as agências internacionais, o autor do pior massacre racista recente nos EUA, foi considerado culpado em 33 crimes, incluindo assassinatos e crimes de ódio, pelo júri. Foram cerca de três horas até os jurados decidirem pelo veredicto. Durante todo o processo, Roof chamou atenção por não sentir nenhum arrependimento pelos assassinatos, dizendo que os mortos “pertenciam a uma raça inferior” e afirmou sentir apenas pelos “problemas” que levou a sua própria família.

Dylann ainda argumentou com o juri pedindo a condenação de prisão perpétua, sob a justificativa de ter cometido o crime por sentir ódio de pessoas negras. “Tenho o direito de pedir-lhes que me deem uma sentença de prisão perpétua, mas não tenho certeza de que bem isso faria de qualquer maneira”, disse ele.

Redação EC
Com informações de ANSA Brasil