Foto: KRT/AP

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Além da constante tensão gerada pelos conflitos na península coreana, as agências de notícias publicaram hoje que inundações na Coréia do Norte já deixaram 133 mortos, 395 desaparecidos e 107 mil desalojados no último mês. Na Coréia do Sul, foi registrado na madrugada de hoje um terremoto de 5,8 graus na escala Richter, mas sem registro de vítimas fatais.

Durante a Conferência Mundial Metodista em agosto, o novo líder que sucederá o Bispo Paulo Lockmann na função de presidente da organização foi apresentado. JC Park é pastor na Igreja Metodista Coreana, e chamou a atenção de líderes para necessidade de promover a paz e reconciliação na Península. Leia mais aqui.

A Coréia do Norte também ocupa pelo 14° ano seguido o primeiro lugar na lista de países que sofrem perseguição religiosa, segundo o mapa de classificação elaborado anualmente pela organização Missão Portas Abertas. Somado a essa situação, os conflitos políticos se intensificaram no últimos meses depois de denúncias de lançamento de mísseis no país. Até o momento já foram registrados 5 testes nucleares.

Confira abaixo a matéria publicada pela Agência Ansa Brasil, e compartilhe o pedido de oração com sua igreja.


(ANSA) – Ao menos 133 pessoas morreram, outras 395 estão desaparecidas e cerca de 107 mil tiveram que sair de suas casas devido às inundações que atingem a região nordeste da Coreia do Norte há quase um mês.

A informação é de um relatório divulgado no último domingo, dia 11, pelo Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), com informações do governo norte-coreano.

Segundo o balanço, as áreas inundadas são as mais próximas ao rio Tumen que, devido às fortes chuvas dos últimos dias, transbordou. Na área, mais de 35,5 mil casas e 8,7 mil prédios públicos foram danificados ou destruídos.

Além disso, cerca de 140 mil pessoas ainda estão precisando de ajuda urgentemente e ao menos 16 mil hectares de plantações ficaram debaixo d’água.

A região onde se localiza o rio Tumen, que em parte serve como uma fronteira natural entre a China e a Rússia, é suscetível a desastres naturais, principalmente por inundações, que são causadas pelo desmatamento das suas colinas.

Em 2012, por exemplo, 192 pessoas morreram e outras 400 ficaram desaparecidas com deslizamentos e enchentes causadas por fortes chuvas na mesma área.

Coreia do Sul

Na madrugada desta segunda-feira, dia 12, a Coreia do Sul foi atingida pelo terremoto de maior magnitude da sua história. O tremor de 5,8 graus na escala Richter foi sentido pela grande parte do país e seu epicentro se deu perto da turística cidade de Gyeongju, a 371 quilômetros de Seul.

O sismo aconteceu logo após um outro mais fraco, de 5,1 graus na mesma escala. Mesmo com a força, ainda não se há registros de mortes. Até o momento, sabe-se apenas de duas pessoas que ficaram levemente feridas. (ANSA)

Redação EC
Com informações de Ansa Brasil