Enoque

Na sessão de encerramento do 20° Concílio Geral da Igreja Metodista no Brasil, a plenária foi responsável por chamar a atenção de dois principais pontos: o reconhecimento do belo trabalho desenvolvido durante o 20CG, e também a lembrança dos problemas que enfrentamos no país, para os quais a Igreja precisa se atentar.

A questão da violência contra a mulher foi ressaltada como um dos principais pontos a serem trabalhados, bem como a defesa de crianças, e a luta contra o racismo.

O Pastor Paulo Costa, que atua na Pastoral Indigenista, fez um paulocostaapelo para que a Igreja volte o olhar para os Índios do Brasil. Leia mais sobre o caso aqui.

Na sessão de ontem, a proposta para que a Igreja trabalhe voltada para pessoas com alguma deficiência física também foi aprovada por unanimidade, recebendo apoio de todas as delegações.

Keila Guimarães, do Projeto Sombra e Água Fresca, também ressaltou a necessidade de priorizarmos a presença de intérpretes de libras, principalmente em eventos nacionais. É importante lembrar que o Ministério com Surdos Emanuel também esteve presente no conclave, representado pelo Pastor Ronilson Lopes que concedeu entrevista para o Jornal Expositor Cristão.

O Pastor Enoque Rodrigo, autor da proposta de inclusão, é deficiente visual. Em seu discurso Enoque defendeu a Ação Social da Igreja. “A Igreja Metodista está passando por um avivamento, e os deficientes serão inclusos nesse processo também”, afirmou.

Escrito por Sara de Paula
Repórter EC