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A Plenária do 20° Concílio Geral da Igreja Metodista, também discutiu na tarde de ontem assuntos ligados diretamente ao ministério pastoral.

Uma das propostas falou sobre a necessidade de que constasse nos cânones da Igreja, a expressão  “residir à conta da igreja local, órgão ou instituição, na sua respectiva área geográfica, quando nomeado com tempo integral”. A regra já estava presente para presbíteros, e teoricamente já era aplicada aos pastores, então a plenária apenas oficializou a responsabilidade da Igreja Local com moradia de pastores e pastoras.

Uma proposta importante que também foi aprovada, é referente à nomeação pastoral. Foi aprovado que os pastores sejam nomeados até o dia 30 de novembro, para que tenham tempo de realizar mudanças se necessário, instalar a família e providenciar detalhes importantes, como matrículas escolares de filhos, por exemplo. Antes, os pastores podiam ser nomeados no final do ano, no culto de natal.

Outra discussão era referente a Coordenação Local de Ação Missionária (CLAM). A ideia é de que a Coordenação tem autonomia no governo da igreja para confirmar membros desligados. Com a aprovação da proposta, o texto do item III, artigo 12, fica assim: É desligado/a da Igreja Metodista e, por isso, perde seus direitos de membro leigo aquele/a que se torna desconhecido/a ou de paradeiro ignorado, tendo o seu nome cancelado pela CLAM.

2016_07_20cg_aquilisAntes era necessário que o Concílio Local fosse comunicado pela CLAM, e que o nome da pessoa fosse publicado no veículo oficial da igreja. Apesar do processo agora ter sido simplificado, o Bispo Adonias explicou que os pastores devem ter clareza do processo de exclusão, pois há casos em que é necessário o cuidado pastoral para essas vidas.

A recomendação aos estudos teológicos e ingresso no ministério pastoral da Igreja Metodista, também foi uma das propostas vitais discutidas e aprovada. A alteração sugeria que o processo seja submetida ao voto por escrutínio secreto do Concílio Local. Mencionando o texto do Apóstolo Paulo, “a ninguém imponhas precipitadamente as mãos” (1Tm 5.22), o texto explicou que a igreja local tem participação importantíssima como aquela que recomenda aos estudos e ministério, e a sugestão de voto por escrutínio secreto visa a evitar o constrangimento do plenário, bem como indicações de pessoas que são queridas, mas não tem os dons necessários ao desempenho do ministério.

Ainda sobre o sustento pastoral, foi discutida e aprovada a proposta de alteração de parte do artigo canônico que trata do sustento pastoral. “…Que a contagem de tempo de serviço trabalhado para fins de 10% de reajuste da base regional (quinquênio) seja a partir da 1ª nomeação pastoral”, sugere o texto. A justificativa defende que os Cânones da Igreja Metodista, definem que a contagem é a partir da primeira nomeação com tempo integral subsidiada. Muitos pastores/as, principalmente casados/as, tem nomeação parcial com ou sem ônus, impedindo a contagem de tempo para o adicional de 10% referente ao período de (05 anos), quinquênio trabalhado.

A Licença Paternidade e Maternidade também foi discutida, e agora a licença maternidade é concedida pelo/a Bispo/a Presidente para um período de acordo com a legislação vigente do país, contados a partir da quarta semana anterior à data prevista para o parto, sem prejuízo do subsídio.

Redação EC
Com informações do Caderno de propostas 

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