Enoque

O pastor Enoque Rodrigo defendeu a questão da inclusão na vida da Igreja

Na sessão do dia 9 de julho, a proposta para que a Igreja trabalhe voltada para pessoas com alguma deficiência física foi aprovada por unanimidade, recebendo apoio de todas as delegações. O pastor Enoque Rodrigo de Oliveira Leite (3ª RE), autor da proposta, destacou sua importância. “O objetivo é de suprir a lacuna missionária entre pessoas com deficiência e garantir a acolhida adequada e as condições específicas para o pleno exercício da piedade, bem como sua plena participação cúltica e acessibilidade a templos e dependências”, disse o pastor Enoque, que é deficiente visual.

A proposta ainda contempla que sejam criados e implantados cursos de capacitação para pessoas chamadas a trabalhar com pessoas especiais (os/as surdos/as, por exemplo) e outras ferramentas que viabilizem a inserção desses grupos no culto e na dinâmica de ser Igreja Metodista. A ideia é que a iniciativa seja alavancada pelas regiões e seus respectivos distritos até alcançar, pelo menos, no próximo quinquênio, o máximo de igrejas possível, além de viabilizar acessibilidade do curso de Libras como uma meta a ser alcançada e demais especificidades no nível nacional, regional, distrital e local.

Para isso, será necessário políticas de inclusão e forma geral no currículo das instituições de formação de leigos/as de cada Região Eclesiástica e Missionária para que sejam criados projetos de capacitação para professores/as de Escola Dominical, a fim de alcançar pessoas com deficiência. “Propomos a criação de uma assessoria nacional de inclusão das pessoas com deficiência”, finalizou o pastor Enoque pedindo que constasse na Ata a decisão conciliar aprovada.

Redação EC