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Inspirados no tema desenvolvido pela igreja neste biênio, que os conciliares se reuniram neste último dia do 20º Concílio Geral, manhã ensolarada de domingo para juntos em comunhão congregarem no culto de encerramento.
A condução do louvor foi realizada pelo Departamento Nacional de Música e Arte, representados pelo pastor Edson Mudesto e a pastora Glaucia Mendes, juntamente com o pastor convidado para este concílio – Asaph Borba, que testemunhou milagres recebidos de Deus, e incentivou a Igreja a continuar a louvar e adorar ao Senhor, proclamando o Seu amor. “ Não deixe de propagar a mensagem e amor de Deus, até a vinda dEle. Vamos servir a Deus com alegria”, disse Asaph. Encerrou entoando o louvor – Eu sei que foi pago um alto preço, conduzindo aos conciliares a unirem-se de mãos dadas.

Vinde, cantemos ao SENHOR, com júbilo, celebremos o Rochedo da nossa salvação. Saiamos ao seu encontro, com ações de graças, vitoriemo-lo com salmos.”

vergilioLouvor, adoração, momento e também de confissão – a Igreja reunida na Missão confessa seus pecados ao Senhor da Igreja. O Bispo Carlos Alberto  levou a plenária a refletir sobre o tamanho de nossa expressão de gratidão a Deus como filhos e filhas e orou.

O Bispo Luiz Vergílio, agora Bispo Presidente do Colégio Episcopal ministrou a Palavra, em Atos 2. Ele iniciou dizendo que passamos um grande período juntos no 20º Concílio Geral, período em que envelhecemos um pouco, nos conhecemos um pouco mais, nesse conclave encontram-se pessoas de norte a sul, de leste a oeste do país, e além dele, pois o concílio recebeu bispos e bispas, e demais convidados além de nossas fronteiras. “Reconhecemos que somos uma instituição que pode ser falível, mas também pudemos entender a importância de sermos Igreja, corpo de Cristo. Discutimos a missão e até mesmo sobre o uso da vírgula, mas aqui onde nossas mentes trabalharam muito, também envelhecemos”, disse o bispo Luiz.

Sobre o tema bíblico – Pentecostes o bispo falou ao conclave que ele só tem sentido para a vida da Igreja, quando alcança pessoas que estão fora da Igreja. “Os discursos da Igreja só têm relevância quando ultrapassam as fronteiras e anunciam as boas novas de salvação”, ressaltou.
E finalizou  – “o discurso da Igreja, é o discurso da unidade. Precisamos ver Jesus, como o Senhor e Cristo, instituído por Deus e isso precisa se propagar para o nosso país”.

O Bispo Adonias Pereira, presidente deste conclave encerrou com uma convocação aos conciliares – “apesar das diferenças em algumas dimensões, precisamos nos unir no que é comum. Precisamos nos consolidar, nos fortalecer para a glória de Deus. Buscamos cura para abençoar as pessoas e para que possamos continuar a ser uma Igreja séria que ama as pessoas”.

Escrito por Camila de Abreu
Redatora 3ª Região Eclesiástica