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A Comissão Especial de Impeachment do Senado retomou os trabalhos na quarta-feira, 25 de maio, para definir o cronograma dos trabalhos após o afastamento da presidenta Dilma Rousseff do comando do Executivo, que ocorreu no dia 12 de maio. A previsão tem como base o plano apresentado pelo relator, da agora chamada Comissão Processante do Impeachment, Antonio Anastasia (PSDB-MG).
foto com agenda do impeachment

 

O presidente da Comissão do Impeachment, senador Raimundo Lira (PMDB-PB), concedeu vista do calendário solicitado pela senadora Gleisi Hoffman. O plano de trabalho poderá ser analisado até o dia 2 de junho, data agendada para votação do cronograma pelos/as parlamentares.
De acordo com o senador Anastasia, o prazo de 20 dias dado a Dilma para apresentação de uma nova defesa prévia terminou no dia 1º de junho. O tempo começou a contar a partir do dia 12 de maio, quando ela foi notificada da decisão do Senado pela admissibilidade do processo de impedimento.
Fase de pronúncia – Após a admissibilidade do processo, inicia-se a fase de pronúncia. Nessa etapa, os trabalhos concentram-se na comissão, com a produção de provas, audiência de testemunhas, diligências e debates entre acusação e defesa.
A Comissão Especial do Impeachment continua a ser presidida pelo senador Raimundo Lira (PMDB-PB), mas caberá ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, coordenar as atividades. O presidente do STF disse ainda que os procedimentos a serem seguidos são baseados no processo de impeachment do presidente Fernando Collor, em 1992.

 

Escrito por Redação EC, Portal EBC* Com informações da Agência Brasil e da Agência Senado.

Comentários

  1. José Geraldo disse:

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